quarta-feira, 16 de maio de 2012

Como vivi o que vivi?



Fascinada acho que é a melhor palavra para descrever como me sinto depois de uma semana no curso Design de Fluxos de Conversação, com os inovadores ESPM. O curso abordou entre tantos assuntos, a preocupação com o lado humano. Muitas empresas entram nas mídias sociais apenas preocupadas em disseminar uma mensagem, mas se esquecem do principal, que é ouvir o que o seu público tem a dizer.

Pela primeira vez na história qualquer um pode ter voz. Independente da raça, da religião ou mesmo da condição financeira, todos que tem acesso à internet e pertencem a uma mídia social pode transmitir sua mensagem. O tempo em que o consumidor reclamava sozinho com uma gravação de voz no setor de reclamação de uma empresa chegou ao fim.

Hoje, se você comprou um produto e não ficou satisfeito, basta um comentário no Twitter, ou qualquer outra mídia social, para várias pessoas começarem a reclamar e se unirem a você, obrigando as empresas a  darem uma resposta. Em uma dimensão maior, basta ver como as mídias sociais têm possibilitado verdadeiras revoluções políticas nos países árabes para entender o  alcance que elas possuem e o que são capazes de fazer.

As classes C e D estão consumindo cada dia mais e as classes A e B que estão por trás das mídias sócias das grandes empresas insistem em ignorar esse público.  Durante o curso tive a honra de ter a presença do Dalton Martins em uma das aulas e o que ele disse parece obvio, mas não está claro para maioria das pessoas hoje: ao invés de procurar métrica para medir tudo, as empresas deveriam estar preocupadas em entender o que elas querem dizer.  O que eu entendo é que aquela Idea de mensagem direta que sai do emissor e chega ao consumidor (nós) não funciona mais, porque agora os consumidores têm voz e o mais importante, desejo de serem ouvidos. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário